As coisas importantes
Quase um mês depois, regresso aqui para escrever umas frases inconsequentes, e deparo com duas expressões que estão na ordem do dia ("Morangos com Açúcar" e "Dan Brown"), uma data que decorreu de forma engraçada (13 de Maio), e a importância dos símbolos.
Sobre as expressões, não me pronuncio - sobre símbolos, também não. Já li quatro obras do Dan Brown (no original) e gostei de ler o que foi escrito - mas não são obras primas, apenas "entretenimento". E não vi ainda mais que dez minutos de "Morangos com Açúcar" para saber que não gostaria de ver - mas acredito que exista muita gente que goste dele como entretenimento. Deixo os católicos e morangólicos pensar o que quiserem, assim como os respectivos "contras".
Quanto a 13 de Maio, é uma data que recordo com algumas memórias boas, e outras menos boas. Este ano, por acaso, deve ser assinalada com uma "pedra branca", na minha mente. Mais nada é preciso fazer. Sei que foi um bom dia, e sei porque foi um bom dia. Não preciso de um símbolo, tenho a memória inteira. E vem-me à cabeça um pensamento que talvez seja ridículo, mas não consigo evitar: se precisamos de um símbolo para recordar algo, é porque esse "algo" deixou de ter um valor concreto, um significado real?
Uma data pode ser um bom pretexto para recordar coisas boas, ou más. Para procurar companhias especiais, de quem se tem saudades. E uma vida pode ser especial, se tiver a companhia certa em muitos dos seus dias.

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